Como informado no primeiro Post, segue um resumo dos primeiros quatro encontros.
PRIMEIRO ENCONTRO
A única foto registrada no primeiro encontro já foi publicada no primeiro Post. Mesmo assim, segue novamente:
A única foto registrada no primeiro encontro já foi publicada no primeiro Post. Mesmo assim, segue novamente:
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| Na ordem: Antonio, Eu (Paulo), Gandhi, Klauber e Arison |
O primeiro vinho da noite foi o Hartemberg Pinotage 2010, da África do Sul. Excelente vinho. A primeira impressão não foi tão boa assim, mas depois que tomei alguns goles, fui me encantando cada vez mais. Bem encorpado e com final intenso e prolongado. Sabor de tabaco e um pouco de café, aroma de carvalho tostado.
O segundo foi um Casillero del Diablo Pinot Noir 2011, chileno. No dia seguinte ao encontro eu escrevi: “Se esse for o sabor de vinhos com a uva Pinot Noir, realmente não me agrada. Porém tenho a impressão de que já bebi melhores com esta uva. Leve (até demais), pouco tanino e sabor enjoativo.”. Porém, acho que não foi uma análise justa, pois não respeitamos uma regrinha que diz que devemos iniciar pelos vinhos mais leves seguindo pelos mais encorpados. Hoje, acredito que isso interfere significativamente na percepção, prejudicando o vinho mais leve.
O terceiro foi um argentino, Amalia Dos Fincas Cabernet Sauvignon, Merlot 2011. Vinho de cheiro de iogurte de morango e sabor de iogurte de frutas; bastante frutado; tanino equilibrado; corpo e retrogosto médio. Muito agradável de beber e deve agradar muito o paladar feminino. Excelente custo/benefício.
O quarto vinho foi o Evel 2009, português de Douro. Sabor de azeitonas pretas. Não é um vinho de muita qualidade. Bom corpo, mas de razoável sabor.
O quinto e último foi o péssimo Don Valentin Lacrado 2010, mais parece um vinho de mesa seco barato.
SEGUNDO ENCONTRO
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| Em sentido horário começando pela esquerda: Eu, Klauber, Arilson e Gandhi |
Vamos aos vinhos:
1º) Alta Vista Premium Torrontés 2011 (BRANCO) – ARGENTINO
Esta garrafa foi a grande surpresa da noite. Todos os integrantes dos bacaninhas preferem vinho tinto e alguns chegavam até a ter resistência aos brancos. Mas todos gostaram muito deste exemplar, inclusive eu. Achei menos ácido do que os brancos costumam ser, bom corpo e muito saboroso.
2º) Vinedo de los Vientos Tannat 2010 – URUGUAIO
Este vinho foi bastante aprovado pelo grupo. Bom corpo, final em boca marcante. O aroma de maior destaque foi o de tostado. Sabor de chocolate e cacau foram os mais expressivos, porém também percebemos o sabor de madeira torrada. Contudo, se este vinho for comparado com o Uruguauio Corte Supremo, também da uva Tannat, que eu bebi em outra ocasião, na minha opinião perde feio.
3º) La Bélière Rouge 2010 (Baron Philippe de Rothschild) - FRANCÊS
Esperava um vinho mais leve, porém é estruturado. Agradou a todos, inclusive a mim. Porém achei um pouco agressivo, talvez pelos taninos duros. Acredito que o vinho precisava ser decantado por uns 40 minutos para amaciar mais e mostrar um melhor equilíbrio.
4º) Viña Amalia Dos Fincas Malbec 2011 - ARGENTINO
Posso dizer que é um vinho frutado, mas gostei bem menos do que o mesmo vinho do corte Cabernet Sauvignon com Merlot bebido no primeiro encontro.
5º) Tarapacá Cosecha Cabernet Sauvignon 2012 – CHILENO
A avaliação ficou bastante prejudicada, como sempre acontece com as últimas garrafas. Pelo pouco que lembro, pareceu bem dentro do esperado para um Cabernet Sauvignon para o dia a dia.
1º) Alta Vista Premium Torrontés 2011 (BRANCO) – ARGENTINO
Esta garrafa foi a grande surpresa da noite. Todos os integrantes dos bacaninhas preferem vinho tinto e alguns chegavam até a ter resistência aos brancos. Mas todos gostaram muito deste exemplar, inclusive eu. Achei menos ácido do que os brancos costumam ser, bom corpo e muito saboroso.
2º) Vinedo de los Vientos Tannat 2010 – URUGUAIO
Este vinho foi bastante aprovado pelo grupo. Bom corpo, final em boca marcante. O aroma de maior destaque foi o de tostado. Sabor de chocolate e cacau foram os mais expressivos, porém também percebemos o sabor de madeira torrada. Contudo, se este vinho for comparado com o Uruguauio Corte Supremo, também da uva Tannat, que eu bebi em outra ocasião, na minha opinião perde feio.
3º) La Bélière Rouge 2010 (Baron Philippe de Rothschild) - FRANCÊS
Esperava um vinho mais leve, porém é estruturado. Agradou a todos, inclusive a mim. Porém achei um pouco agressivo, talvez pelos taninos duros. Acredito que o vinho precisava ser decantado por uns 40 minutos para amaciar mais e mostrar um melhor equilíbrio.
4º) Viña Amalia Dos Fincas Malbec 2011 - ARGENTINO
Posso dizer que é um vinho frutado, mas gostei bem menos do que o mesmo vinho do corte Cabernet Sauvignon com Merlot bebido no primeiro encontro.
5º) Tarapacá Cosecha Cabernet Sauvignon 2012 – CHILENO
A avaliação ficou bastante prejudicada, como sempre acontece com as últimas garrafas. Pelo pouco que lembro, pareceu bem dentro do esperado para um Cabernet Sauvignon para o dia a dia.
TERCEIRO ENCONTRO
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| Maristela, Luna (Que figura!), Klauber, Gandhi, Eu, Arilson e Gustavo |
Primeiro bebemos o espumante argentino, Federico de Alvear Brut, mas não houveram grandes comentários, a não ser que, em geral, não agradou.
Em seguida degustamos o francês Barton & Guestier Gold Côtes Du Rhône 2011. As opiniões foram:
Paulo: Aroma de ervas e azeitona verde. Tanino um pouco desequilibrado, notas de menta e hortelã, retrogosto puxando para tabaco. Inicialmente a agressividade do tanino foi acentuada, mas com o tempo foi melhorando. Começou com nota 6,5, mas depois aumentou para 7
Gustavo: Sabor de cereja e retrogosto de tabaco. Nota 6.
Arilson: Percebeu que harmonizou muito bem com o queijo coalho e todos concordaram. Deu uma amaciada no tanino. Nota 7
Klauber: Nota 5
O terceiro e quarto vinhos são chilenos e foram degustados simultaneamente. Fizemos isso para comparar os dois vinhos que são da mesma vinícola e da mesma categoria, mudando apenas a uva e a safra, são eles Canepa Finísimo Carménère 2010 (88 pontos Robert Parker) e Canepa Finísimo Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2008.
Opiniões do Carmenere:
Unanimemente, este foi o melhor vinho da noite.
Paulo: Aroma de frutas vermelhas e notas de pimenta, o que é característica comum à maioria dos carmeneres
Gustavo: Aroma de frutas cítricas
Cleiton: Sabor de pimenta
Opiniões do Cabernet Sauvignon:
Gustavo: Foi quem mais gostou deste, achou marcante com notas de batom.
Paulo: Vinho madeirado, com o sabor esperado dessa uva.
Cleiton: Muito gostoso e marcante, com notas de pimenta.
Arilson: Sabor apimentado
Maristela: Gostou mais desse do que do Carmenere. Achou o final bem macio
Klauber: Achou mais aveludado
Em seguida foi servido o Casillero Del Diablo Reserva Shiraz 2011, mas esse não foi avaliado. Eu já havia bebido este vinho e lembro ter gostado bastante.
Por fim ainda bebemos um honesto Cosecha Tarapacá Merlot 2012.
QUARTO ENCONTRO
1º) Valpolicella Superiore La Bandina 2007 (Tenuta Sant'Antonio) - ITÁLIA
Eu estava bastante curioso para experimentar um bom Valpolicella. Por este vinho estou encantado com a região. Ficará muito tempo na lembrança como um dos melhores vinhos que já bebemos.
Quanto aos aromas, concordamos que é bastante madeirado, com notas de especiarias, pimenta e frutas vermelhas.
Um sabor estruturado com presença marcante de madeira foi percebido por todos. Outras percepções no paladar foram: notas de chocolate (Gandhi), aveludado (Paulo), alcóoloico e intenso (Klauber) e ácido no início (Antônio).
2º) Pulpit Rock Pinotage/Syrah 2011 – ÁFRICA DO SUL
Aroma de frutas e baunilha. Sabor de pimenta, frutas, adocicado, porém ácido em demasia. Melhora bastante com a aeração. Retrogosto agradável e prolongado.
3º) Latitud 33° Syrah 2012 - ARGENTINO
4º) Latitud 33° Malbec 2012 - ARGENTINO
5º) Latitud 33° Cabernet Sauvignon 2012 - ARGENTINO
Quanto a esses três vinhos, ficarei sem um registro detalhado, pois não achei as anotações que fizemos sobre os mesmos e não recordo de muita coisa. Lembro que Gandhi não gostou de nenhum, Antônio achou o Malbec o melhor da noite e eu, que já bebi o Malbec e o Syrah anteriormente, gosto muito de ambos, especialmente do Syrah.
O penúltimo vinho da foto (Familiar, português) foi utilizado para fazer comida e o último (Terraços) foi um complemento para aqueles que ainda estavam dispostos a beber.





Conheço o 33 e gosto muito. Nunca pintou um "tempranillo" nas reuniões? Recomendo bastante. :)
ResponderExcluirO nosso segundo encontro foi num local bastante apropriado: a casa de Gandhi. Estávamos bem a vontade de bermuda, camiseta e sandálias havaianas. O dia também, pois foi paralisação no trabalho e tínhamos o dia todo para isso.
ResponderExcluirMas como somos muito enrolados, só começamos realmente depois de meio dia.
Com isso Paulada (conhecido como Mister Paul), que ficou responsável pelo rango, teve que se dividir entre cozinhar e degustar e isso não foi legal. Atrapalhou muito principalmente no que tange a degustação e resenhas.
No mais foi bastante agradável pois o local era muito agradável, ouvimos boas músicas com o DJ Gandhi, além de muitas resenhas. A melhor foi Mister Paul, depois de tomar um gole do vinho, "advinhar" a uva, a safra, o vinícola, o nome e a identidade do enólogo responsável. Realmente foi demais.
Os vinhos também surpreenderam. Um excelente vinho branco e um ótimo Tannat uruguaio.
Do terceiro encontro lembro bem da bagunça de Lucca e Luna. Eles adoraram o evento. Lucca inclusive conseguiu fazer o vinho rolar na taça melhor que muitos integrantes da confraria. Ele também opinou sobre suas percepções olfativas dos vinhos. Só não degustou devido sua tenra idade. Foi neste encontro que "estreamos" o jantar com uma deliciosa macarronada a bolonhesa em que todos devoraram com muito gosto. Neste encontro os integrantes começaram a opinar mais (se soltaram) sobre os vinhos: foram percebidos os aromas, as notas e as compotas. kkkkk
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