terça-feira, 29 de outubro de 2013

8º Encontro em 23/10/2013

Está cada vez mais consolidado o sucesso da Confraria dos Baccaninhas.  A prova disso é o interesse de todos que participaram alguma vez quererem permanecer frequentando os encontros e de alguns que ouvem comentários e nunca participaram quererem conhecer.  Este encontro foi o de maior quantidade de participantes.  Foram dez presentes, sendo que oito degustando e avaliando os vinhos.

UM BRINDE AO SUCESSO DA CONFRARIA DOS BACCANINHAS!!
Rafael, Arilson, Paulo (eu), Klauber, Gandhi, Everaldo, Carlos, Tonton e Michelle.

Syrah, também conhecida como Shiraz, principalmente na Austrália, foi a casta da vez. Neste encontro compramos vinhos de diferentes regiões desta mesma uva para degustarmos.  Antes do encontro foram divulgados links com artigos interessantes sobre esta variedade para que todos pudéssemos conhecer um pouco mais sobre ela.  

Nesse dia tivemos a ilustre presença de Rogério que, por AINDA não gostar tanto de vinho, levou algumas cervejas especiais gerando um agradável e divertido tumulto.  Espero que ele tenha gostado, pois sua participação será sempre bem vinda.

Além dos integrantes da foto anterior, Rogério é o terceiro da esquerda.

Tivemos vinhos francês, australiano e chileno, além de um vinho ecológico espanhol, que foi o único que saiu do tema. Apesar das exceções, esta uva não agradou tanto quanto a Tempranillo, tema do encontro anterior. Eu sou uma das exceções. Esta uva sempre foi uma de minhas preferidas e continua sendo. Junto com Klauber e Arilson, fomos os que nos demos bem com Syrah.

Vamos aos vinhos...

Servindo...
Todos na mesma medida.

1º)  FRANCÊS - Baron Philippe de Rothschild Cadet d´Oc Syrah 2011 (2 garrafas)

VISUAL: (Paulo) Roxo, toque de púrpura com lágrimas relativamente rápidas; (Rafael) mistura de xarope com melaço, com auréola brilhante cor de rubi. Lágrimas longas e bem definidas; (Michelle) encorpado, com lágrimas consistentes, cor marcante de Bordeaux.  Lembra groselha; (Tonton) rubi; (Gandhi) vinho de grande corpo, vermelho rubi, bastante amadeirado; (Klauber) vermelho/roxo; (Carlos) lágrimas densas, persistentes, que descem rapidamente.  Cor de sangue; (Arilson) vermelho escuro e púrpura, com lágrimas rápidas.

OLFATIVO: (Paulo) Aromas de tabaco e de frutas negras frescas; (Rafael) leve. Aroma longe, bem longe de... não sei o quê... seria éter??; (Michelle) amadeirado, cheiro doce; (Tonton) acidez média, frutado, mas sem conseguir definir quais frutas; (Gandhi) cheiros apimentados, complexos, com lembranças de fumo e de mulher ribeirinha; (Klauber) tabaco, especiarias e morango; (Carlos) pimenta, noz moscada e álcool; (Arilson) especiarias, couro, ameixa.  Bastante agradável.

GUSTATIVO: (Paulo) Levemente madeirado com forte sabor de tabaco.  Muito bom enquanto na boca, mas com final duradouro e amargo que não me agradou muito.  Apesar de bastante familiar, inicialmente não consegui reconhecer o retrogosto, mas depois comemorei ao lembrar que era nitidamente de nozes; (Rafael) um pouco ácido e até aguado; (Michelle) levemente ácido, um tanto adocicado, deixa um sabor amargo no final, lembra amêndoas; (Tonton) suave, acidez leve, desce suave e deixa um gosto bom na boca.  Álcool acentuado, se tivesse menor teor, seria melhor; (Gandhi) na boca é ácido como um beijo avinagrado de mulher chata, sem muita graça e gosto...; (Klauber) confirmando o olfato, temos tabaco, especiarias, frutas vermelhas e iogurte; (Carlos) acidez média, produz muita saliva.  Bom para acompanhar comidas mais pesadas.  Sensação de ser aguado por causa da produção de saliva.  Áspero; (Arilson) especiarias.  Leve, suave e aveludado.  Harmonizou bem com salame.
NOTAS
Paulo
6,5
Rafael
5,5
Michelle
6
Tonton
6,5
Gandhi
3
Klauber
7
Carlos
5
Arilson
8
MÉDIA
5,9

2º) AUSTRÁLIA - Heartland Shiraz 2010

Não pode faltar um tira-gosto...

VISUAL: (Paulo) Vermelho alaranjado, quase marrom.  A primeira leva de lágrimas cai bastante rápido, mas depois descem novas lágrimas bem lentamente; (Rafael) amarronzado; (Michelle) lágrimas estreitas, densas e rápidas; (Tonton) escuro, cor de ameixa; (Gandhi) vermelho amadeirado, lágrimas sei lá...; (Klauber) vermelho amadeirado; (Carlos) lágrimas discretas, rubi; (Arilson) vermelho escuro, púrpura, amarronzado, com lágrimas espessas.

OLFATIVO: (Paulo) Aromas de baunilha, chocolate, madeira.  Também adocicado com toques de mel; (Rafael) chocolate com menta e baunilha; (Michelle) forte, álcool, baunilha, carvalho. Cheiro de infância com quedas, algo como Merthiolate ou iodo; (Tonton) chocolate, baunilha, noz moscada e água maravilha; (Gandhi) cheiro bom, mistura tabaco e frutas vermelhas; (Klauber) couro e tabaco; (Carlos) ameixa e tabaco; (Arilson) amadeirado, especiarias e pimenta.

GUSTATIVO: (Paulo) Madeirado, apimentado, bastante macio.  Notas de tabaco e café.  Leve toque de chocolate amargo e também de nozes.  Final longo, permanecendo sabor de especiarias e pimenta; (Rafael) sensações diferentes com o tempo de degustação do gole, alternância de aveludado, tabaco, acidez vem e vai, chocolate ao fundo - “lá dele”; (Michelle) Ácido, bem amargo no fim – talvez por eu preferir vinhos mais suaves este tenha tido um sabor mais marcante, forte – amêndoas de cacau; (Tonton) gosto um pouco amargo, marcante, ácido no final.  O cheiro é melhor do que o sabor, embora seja um excelente vinho; (Gandhi) idem ao primeiro; (Klauber) macio, aveludado, madeirado.  Notas de couro e chocolate; (Carlos) acidez média, também produz muita saliva, fica pouco tempo na boca, taninos leves, gosto amargo, com notas de tabaco; (Arilson) especiarias, leve, suave, aveludado, pouco ácido, levemente amargo, mas bastante agradável.
NOTAS
Paulo
8,5
Rafael
7,5
Michelle
5
Tonton
7,5
Gandhi
2,5
Klauber
8
Carlos
7,5
Arilson
9
MÉDIA
6,9

3º) CHILE - Ventisquero Reserva Syrah 2011 (2 garrafas)

VISUAL: (Paulo) Escarlate, escuro; (Rafael) refrigerante de uva com pêssego - se existir; (Michelle) cor rubi, um tanto transparente; (Tonton) vermelho nas bordas; (Gandhi) idem ao anterior; (Carlos) púrpura e sem anel; (Arilson) vermelho escuro.

OLFATIVO: (Paulo) Frutas vermelhas/morango; (Rafael) leve aroma de pêssego com uva; (Michelle) cheiro de cravo, canela; (Gandhi) Nada em nada.  Nada, nada, nada...; (Carlos) café e ameixa; (Arilson) tabaco.

GUSTATIVO: (Paulo) leve, frutado/frutas vermelhas, sem retrogosto, um toque de menta e fácil de beber.  Mantém o sabor de tabaco e de especiarias típicos dessa uva; (Rafael) vinho fácil de beber. Bom para o cotidiano, com acidez, tanino e "toque" madeirado de bons vinhos para ocasiões corriqueiras; (Michelle) leve, ácido no final, não deixou um sabor marcante, mas é fácil de beber – em comparação com os anteriores; (Tonton) bem ácido; (Gandhi) tem um gosto melhor de beijo quase bom de início e vai se acabando, se acabando, acabando... como rapadura velha; (Klauber) leve, frutado, jovem; (Carlos) amargo, produz muita saliva, acidez média e com toques de ameixa; (Arilson) equilibrado, leve, pouco amargo, ácido no final com retrogosto prolongado.
NOTAS
Paulo
7
Rafael
8
Michelle
7
Tonton
6
Gandhi
5
Klauber
6,5
Carlos
6,5
Arilson
7
MÉDIA
6,6

Momento de alta descontração, goles descompromissados e altos papos (as fotos podem ser aumentadas clicando na desejada)...


4º) AUSTRALIA - Hardys Stamp of Australia Shiraz Cabernet 2012 (2 garrafas)

A partir daqui, o vinho passou a ser coadjuvante e as avaliações ficaram mais superficiais, mas não menos reais e importantes.

VISUAL: (Paulo) Rubi; (Rafael) vermelho translúcido; (Michelle) rubi claro, translúcido; (Tonton) vermelho suave, claro; (Arilson) vermelho claro 

OLFATIVO: (Paulo) Cheiro fraco, toques de chocolate; (Rafael) cheiro leve de campo, terra molhada e fumo; (Michelle) cheiro doce, lembra frutas vermelhas; (Tonton) bem frutado, acidez média.  Olfativamente, bem doce; (Arilson) frutado/frutas vermelhas.

GUSTATIVO: (Paulo) adocicado com toques de chocolate.  “Aguadaço”, bom para beber completamente descompromissado; (Rafael) tabaco levemente frutado; (Michelle) leve, doce, pouco ácido, frutado; (Tonton) doce, leve, pouca acidez no início; (Arilson) leve, equilibrado, suave, aveludado, pouco ácido e doce. 
NOTAS
Paulo
6
Rafael
8,2
Michelle
7
Tonton
7
Gandhi
Não pontuou
Klauber
Não pontuou
Carlos
Não pontuou
Arilson
7
MÉDIA
7,0

5º) ESPANHA - Pio Monastrell 2010

Vinho tido como ecológico, pois é feito com uvas cultivadas sem uso de agrotóxico.

VISUAL: (Paulo) Escarlate; (Rafael) cranberry; (Michelle) lágrimas lentas, mas consistentes, rubi intenso; (Carlos) vermelho claro; (Arilson) vermelho claro, violeta amarronzado.

OLFATIVO: (Rafael) catuaba selvagem; (Michelle) álcool, flores; (Carlos) lasanha, café; (Arilson) frutado/frutas vermelhas.

GUSTATIVO: (Paulo) Pouco tânico, mas de boa personalidade.  Leve, equilibrado.  Bom para o momento que estávamos com todos já bem animados; (Rafael) gostei mais ou menos, mas, não dá mais para avaliar. Parece um Cabernet Sauvignon; (Michelle) vinho jovem, acidez moderada; (Carlos) acidez média, taninos leves e boa fixação – fica na boca; (Arilson) leve, suave, apimentado.  Final ácido e trava um pouco.
NOTAS
Paulo
6
Rafael
7,5
Michelle
7
Tonton
Não pontuou
Gandhi
Não pontuou
Klauber
Não pontuou
Carlos
7
Arilson
6,5
MÉDIA
6,8

Deixamos uma garrafa do Australiano Hardy`s e mais da metade do Ventisquero para o final. Eles foram servidos junto com o jantar, um macarrão de conchas com molho a bolonhesa.  O molho estava até gostoso, entre os ingredientes do molho foi utilizada uma linguiça do tipo Paio batida no liquidificador, o que deu um toque bastante saboroso.  Mas o macarrão... este estava muito feio! Calculei mal a quantidade de água colocando muito pouca, com isso consegui fazer com que uma parte ficasse no ponto, mas a maior parte, que estava embaixo ficasse cremoso de tão cozido.

O rango...
E o digestivo.

No final bebemos uma metade do vinho do Porto Fundador Tawny da Real Companhia Velha usado no 5o encontro da confraria.

O que sobrou do encontro...


terça-feira, 15 de outubro de 2013

7º Encontro em 10/10/2013

Neste encontro objetivamos conhecer melhor a uva Tempranillo. Por isso, os três primeiros vinhos degustados foram desta casta e, como não poderia deixar de ser, do país onde ela é a mais importante, Espanha. Além disso, fizemos uma breve leitura sobre a uva.

Ficou claro na degustação, confirmando o que foi lido, que o Tempranillo é uma uva que produz vinhos macios e aveludados. Podendo ter vinhos jovens, frutados, leves, mas bastante prazerosos de serem bebidos, como o Toro Loco, a vinhos complexos, marcantes, encorpados e com potencial de guarda como o Emilio Moro, ambos degustados nesta noite.

SAÚDE !!
Klauber, Arilson, Paulo(Eu), Gandhi, Everaldo, Carlos e Rafael

Nesse dia tivemos o prazer de beber o melhor vinho de todos os encontros até agora. Isso foi unânime em relação ao primeiro vinho degustado que é simplesmente maravilhoso.

1º) Emilio Moro D.O 2007 Tempranillo – ESPANHA (RIBERA DEL DUERO)

A opinião geral foi de um vinho que desce redondo, mas em boca é marcante e intenso, de final bastante prolongado e saboroso. Mas detalhes sobre as percepções de cada um a seguir.

VISUAL: (Paulo) Vermelho escuro amarronzado; (Gandhi) de um vermelho intenso. Bonito. Puxando a escarlate; (Arilson) vermelho escuro com tons fortes de marrom; (Carlos) rubi; (Everaldo) vermelho enferrujado intenso; (Klauber) vermelho madeirado com muitas lágrimas persistentes; (Rafael) grená amarronzado. Com aparência de água de rio ferroso da Chapada Diamantina.

OLFATIVO: (Paulo) Frutas vermelhas, um pouco madeirado. Notas de couro e um pouco de tabaco; (Gandhi) aromas de ameixas negras e frutas vermelhas silvestres... seus odores se harmonizam com mulheres sensuais e temperadas; (Arilson) Amadeirado e tabaco; (Carlos) ameixa; (Everaldo) idem; (Klauber) madeira, couro, especiarias/pimenta do reino. Com o tempo fica bem leve. Toques de ameixa preta; (Rafaellevemente alcoólico, lembra o perfume Malbec (O Boticário).

GUSTATIVO: (Paulo) Bastante aveludado. Notas de baunilha, frutas/amora. Sabor intenso que desce redondo, com final prolongado; (Gandhi) vinho encorpado de rotrogosto longo e apimentado com taninos aveludados... Sinestesias e gostos de beijos de mulheres de touro... Frutas negras, temperos/especiarias; (Arilson) leve e equilibrado com madeira; (Carlos) fica muito tempo nas gengivas e língua. Equilibrado de taninos fortes e boa acidez. Personalidade forte; (Everaldo) aveludado, gosto de ameixa; (Klauber) Couro muito forte, muito equilibrado, madeira, macio e aveludado, final prolongado; (Rafael) leve, mas também marcante.

NOTAS
Paulo
9,5
Gandhi
10
Arilson
9,5
Carlos
9
Everaldo
10
Klauber
10
Rafael
9,3
MÉDIA
9,6

2º) Riscal 1860 Tempranillo 2010 – ESPANHA (CASTILLA Y LEÓN)

Esperava mais desse vinho. Ficou bem distante do primeiro para todos em relação ao quanto agradou. Mas não que ele seja tão fraco, mas principalmente por causa do espetáculo que foi o primeiro vinho e também pela expectativa que foi criada.

VISUAL: (Paulo) Vermelho laranjado; (Gandhi) vermelho amadeirado; (Arilson) Vermelho escarlate; (Carlos) vermelho bem escuro; (Everaldo) vermelho enferrujado com toques púrpura; (Klauber) vermelho/roxo com lágrimas longas e firmes; (Rafael) Rubi tipo pedra de anel de filme Hollywoodiano

OLFATIVO: (Paulo) Frutas/morango; (Gandhi) cheiros complexos... Frutas de algum lugar bem longe de mim...; (Arilson) frutas vermelhas, levemente amadeirado e leve aroma de tabaco; (Carlos) maracujá, tabaco e café; (Everaldo) maracujá, baunilha, laranja/tangerina; (Klauber) pouco frutado, pouca madeira, com toques de iogurte de frutas; (Rafaelforte, madeirado, sensação de estar em uma fábrica de couro.

GUSTATIVO: (Paulo) Leve toque de cacau, frutas/morango. Também é bastante aveludado, mas um pouco ácido. De médio corpo, mais leve que o primeiro; (Gandhi) vinho com acidez acentuada, mas com retrogosto suavizado... Agridoce, assim como o cheiro tem gosto complexo. Melhora um pouco a cada gole; (Arilson) equilibrado, levemente adocicado e com notas de especiarias; (Carlos) taninos equilibrados, boa acidez e fica menos tempo na boca que o anterior; (Everaldo) tanino forte; (Klauber) ácido, frutado e de pouca madeira; (Rafaeldoce de maça madura, mantendo o sabor madeirado proposto pelo olfato.
NOTAS
Paulo
6,5
Gandhi
5
Arilson
8,5
Carlos
8
Everaldo
7
Klauber
7,5
Rafael
8
MÉDIA
7,2

3º) Toro Loco Tempranillo 2012 – ESPANHA (UTIEL-REQUENA)

VISUAL: (Paulo) Escarlate, um pouco púrpura; (Gandhi) vinho de vermelhos violáceos; (Arilson) vermelho escuro e violeta; (Carlos) cor de ameixa com anel bem nítido. Lágrimas lentas. Denso; (Everaldo) róseo púrpura; (Klauber) vermelho violeta; (RafaelGrapette (Fanta Uva).

OLFATIVO: (Paulo) Banana, caqui e um pouco cítrico; (Gandhi) aromas adocicados, frutado/frutas vermelhas. Sinestesicamente um cheiro doce... combinou bem com a sequência das harmonias de Stevie Wonder; (Arilson) frutado/frutas vermelhas; (Carlos) madeira; (Everaldo) cereja e banana; (Klauber) frutado/amora; (Rafaelfrutado, lembra geleia de Tutti-Frutti (Mocotó).

GUSTATIVO: (Paulo) Macio, leve, de acidez marcante com notas de banana meio verde; (Gandhi) vinho de gosto suave e taninos aveludados... gosto bom de beijo com saliva doce, demorado e suave... ; (Arilson) leve e pouco ácido; (Carlos) acidez média, taninos fracos, fica pouco tempo na boca. Leve; (Everaldo) leve com toques de cereja, chocolate e ameixa; (Klauber) frutado/frutas vermelhas; (Rafael) seco e madeirado, porém leve. Saboroso, excelente para iniciantes.
NOTAS
Paulo
7,5
Gandhi
8,5
Arilson
7
Carlos
6
Everaldo
9
Klauber
7
Rafael
8,7
MÉDIA
7,7

4º) Canepa Novísimo Carmenere – CHILE

A partir de agora, não serão mais vinhos de Tempranillo.

 
 
VISUAL: (Paulo) Vermelho escuro, vinho; (Arilson) vermelho escuro; (Carlos) púrpura; (Everaldo) vermelho intenso, escarlate; (Rafaelgrená do terceiro uniforme do Fluminense (2012/2013).

OLFATIVO: (Paulo) Especiarias/pimenta e ervas – típico na grande maioria dos Carmenere chilenos; (Arilson) especiarias; (Carlos) fósforo; (Everaldo) madeira e couro; (Rafaelaroma incrivelmente característico de "UVA".

GUSTATIVO: (Paulo) Especiarias, notas nítidas de pimenta. Pouco retrogosto, mas marcante ao tocar a boca. Corpo médio. Típico Carmenere chileno. Me fez lembrar das paisagens do vale do Maipo; (Arilson) leve e marcante, com notas intensas de especiarias/pimenta do reino; (Carlos) acidez boa, taninos médios e toque de chocolate. Leve; (Everaldo) especiarias e couro; (Rafaelexcelente lembrança de vinho a dois em casa.
NOTAS
Paulo
8
Gandhi
Não pontuou
Arilson
7,5
Carlos
6,5
Everaldo
8
Klauber
8
Rafael
8
MÉDIA
7,7

5º) Louis M. Martini Sonoma Cabernet Sauvignon 2010 – EUA

Por ser o quinto vinho, o comprometimento com a bebida estava em baixa e o encontro estava bastante animado. Mas não foi preciso comprometimento para que todos ficassem entusiasmados com a grata surpresa da qualidade deste Cabernet Sauvignon americano. Porém não foram registradas muitas percepções.

VISUAL: (Paulo) Vermelho escuro; (Carlos) quase preto; (Everaldo) vermelho com toques róseos; (Rafael) vinho.

OLFATIVO: (Paulo) ervas; (Everaldo) uva passa, ameixa; (Rafaeltabaco aveludado.

GUSTATIVO: (Paulo) Notas de pimenta e ervas. Gosto persistente; (Carlos) Notas de ameixa e pimenta. Retrogosto amargo; (Everaldo) ervas e ameixa; (RafaelMarcante.  Mistura de chocolate, tabaco, carvalho, com retrogosto prolongado.
NOTAS
Paulo
8,5
Gandhi
Não pontuou
Arilson
Não pontuou
Carlos
8
Everaldo
9,5
Klauber
Não pontuou
Rafael
9,3
MÉDIA
8,8

Neste momento, a última coisa que queríamos era avaliar detalhadamente os vinhos. Por isso são reservados vinhos conhecidos, comuns e honestos para esta fase dos encontros.


6º) Consecha Tarapacá Carmenere - CHILE
7º) Concha y Toro Reservado Cabernet Sauvignon 2012 - CHILE
8º) Barão de Figueira 2009 (½ garrafa) – PORTUGAL


Durante os três últimos vinhos foram servidos pernil traseiro desossado de carneiro e carne do sol assados, acompanhados de fetuccine ao molho Alfredo. Todos disseram que estava tudo muito gostoso e, mais uma vez, os vinhos foram bons parceiros.